Naquela noite, eu tinha decidido apagar o mundo. Não por ódio, mas por cansaço. Fechei o coração, desliguei o celular, coloquei o modo avião na fé. Mas alguém orou. Alguém lembrou. Alguém insistiu.
As páginas deste livro nascem desse tipo de noite. De quem tentou fugir, mas foi encontrado. Não por frases prontas, mas por presença firme. Não por conselhos rasos, mas por gente que carrega a promessa viva nos olhos.
Este capítulo é sobre o silêncio que grita, e sobre a voz que atravessa esse silêncio. É sobre lembrar do que Deus disse mesmo quando tudo em você quer esquecer. É sobre mãos invisíveis segurando seu nome enquanto você dorme. E sobre um céu que se move — mesmo quando você trava.
Se você nunca viveu isso, prepare-se. Se já viveu, bem-vindo de volta.
"Esse livro foi a corda que me puxou do fundo. Obrigado por não me deixar apagar."
"Li em uma madrugada. Me vi em cada página. Deus usou esse livro como resposta."
"É cru. É real. É o livro que eu precisava antes de desistir."
"Parece que cada linha foi escrita enquanto alguém orava por mim. Inacreditável."
"Não é só leitura. É reencontro. Me lembrou do que Deus falou quando eu queria esquecer."
"É o tipo de livro que você dá de presente pra quem ama. Um puxão com afeto e fé."