“QUANDO FOI QUE VIREI A EMPREGADA?”
O livro que virou desabafo coletivo de milhares de mulheres exaustas da rotina invisível.
CAPÍTULO EXCLUSIVO:
Acordo antes do despertador. Não porque sou disciplinada. Mas porque a cabeça liga antes do corpo. O dia começa com boletos mentais, tarefas invisíveis e alertas internos. Meu cérebro virou central de comando de uma casa que ninguém gerencia — só eu.
Eu não tenho chefe, mas tenho todos os prazos. Não tenho crachá, mas sou cobrada o tempo inteiro. Cada lista de tarefa que cumpro me dá a sensação de dever cumprido — e no minuto seguinte, a frustração de não ter respirado nem por cinco minutos.
O peso não é só físico. É o peso de saber que, se eu parar, tudo desmorona. Que tudo funciona porque eu estou ali, funcionando no modo automático. O silêncio da madrugada virou meu único momento de paz — e, às vezes, de choro escondido.
Este capítulo é um espelho dolorido. Mas necessário.
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PARA QUEM É:
Mulheres que carregam o lar inteiro nas costas.
Mães que esquecem de si mesmas.
Esposas que viraram agenda da família.
Mulheres que só querem um respiro.
“Esse livro sou eu. Nunca me senti tão vista. Chorei e respirei.” – Aline M.
“Presenteei minha irmã. Virou nosso grito de guerra.” – Júlia S.
“É o tipo de leitura que a gente lê em silêncio e termina em lágrima.” – Vanessa C.
“Me fez enxergar tudo que eu deixei pra depois em nome de todos. Só que agora, é por mim.” – Roberta F.
“Senti raiva, alívio, e depois força. Esse livro é mais que leitura, é libertação.” – Camila D.
“Comprei com desconfiança. Terminei em prantos. Obrigada por escrever o que ninguém tinha coragem.” – Priscila V.